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O mundo da beleza e estética é fascinante. Fazendo uma pesquisa diária de notícias do mundo da beleza, me deparo com essa matéria da Revista Vogue com uma dica do Bruno Astuto sobre como combater o envelhecimento.

Acompanhe na íntegra:

Não basta mais limpar, tonificar, esfoliar, hidratar, iluminar – o novo verbo da hora, no que diz respeito à saúde da pele, é mascar. Sim, queridas, o chiclete, aquele eterno vilão que sua mãe mandava jogar fora e que não pega bem mastigar quando se tem mais que 10 anos de idade, tornou-se a mais recente arma de beleza contra as rugas, a desidratação e a perda de força de unhas e cabelos. Veja bem, não é qualquer chiclete, mas uma goma de silício orgânico comprada em farmácias de manipulação, que a adotaram desde que a novidade foi apresentada num congresso de internacional de farmacologia neste ano, em São Paulo.

Presente em pães, cereais e arroz integrais, o silício é fundamental para manter o viço dos cabelos, para adiar o surgimento de rugas e para fortalecer as unhas, pois constitui um importante ativador de colágeno, elastina e fibroblastos no tecido conjuntivo. Entre os 25 e 30 anos, o corpo deixa de absorver o silício, o que contribui para o envelhecimento da pele. Os sinais de carência são pele ressecada, cáries, unhas e cabelos quebradiços. Os dermatologistas costumam receitar silício em cápsula, mas quem aguenta mais um comprimido no dia a dia? Pensando nisso, os cosmetólogos vêm se dedicado a desenvolver produtos que substituam os inúmeros potes de creme e frascos que exigem espaço na bolsa e horas diárias de disciplina e paciência. Mauricio Pupo, uma das maiores autoridades em farmacologia estética do país, defende que o chiclete é a maneira mais prática e eficaz de repor a substância. “É mais lúdico, gostoso e dá para levar no bolso.” São três os sabores – tutti frutti, hortelã e canela – e cada tablete possui cerca de 10 mg de silício orgânico, capaz de chegar até a pele por estar aliado a uma proteína facilmente absorvida pelo organismo. A tecnologia foi desenvolvida em Mônaco. Uma massa é preparada em laboratório e esticada com rolos de macarrão antes de ser cortada. Recomenda-se uma goma por dia a partir dos 30 anos, duas a partir dos 50 e até três no caso de pessoas com deficiência de silício. Estima-se que, em três meses, os resultados do “chiclete da beleza” já comecem a serem sentidos.

Mas atenção ao frenesi: é bom consultar um dermatologista antes de sair por aí mascando chiclete. Embora não tenha contraindicações, a dosagem depende do estado da sua pele, e o consumo não é recomendado para quem usa corticoide ou tem pedra nos rins, pois o silício também é um ativador na reconstrução de minerais. Um exame de sangue detalhado indicará o nível de carência antes de o dermatologista prescrever a suplementação. O chiclete, claro, é light e se difere das balas de silício que viraram febre na Europa por conter xilitol, adoçante que, além de manter a silhueta, previne cáries.

Via: Revista Vogue.

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